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Eli Correia

Programa que Saudade

De acordo com o jornal britânico The Sun, o meio-campista da Seleção Brasileira e do West Ham, Lucas Paquetá, teria tomado cartões amarelos propositalmente em quatro jogos da Premier League. A quantia levantada pelos apostadores no suposto esquema pode ter chegado ao valor de 100 mil libras, mais de R$650 mil. Todas as apostas teriam sido feitas na Ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro, local onde nasceu o meio-campista do West Ham. 

O jornal britânico ainda detalhou que uma das apostas para o jogador tomar um cartão amarelo numa das partidas investigadas foi no valor de apenas 7 libras, cerca de R$ 46 reais. Já a mais alta delas foi de 400 libras (R$ 2,6 mil). Em ambas as partidas, Paquetá levou cartão amarelo e as apostas foram liquidadas.

As investigações também mostram que Paquetá teria forçado o cartão amarelo nas partidas contra o Leicester, em 2022, e contra Aston Villa, Leeds United e Bournemouth, em 2023. A estimava é que cerca de 60 pessoas tenham apostado para que o meio-campista fosse advertido pelo juiz em um ou mais dos jogos citados acima.

Atleta pode ser banido do esporte 

Se for considerado culpado por envolvimento no suposto esquema manipulação de partidas, Paquetá pode ser banido do esporte. No pedido feito pela Football Association (FA), que acusou o atleta de participação no esquema de manipulação, o órgão pede para que, em caso de condenação, o meio-campista seja banido para sempre do futebol. 

Quase dois meses sem vencer, duas derrotas seguidas, saída do executivo de futebol com apenas 13 dias de trabalho presencial, zona de rebaixamento da Série C. São muitos os problemas que enfrenta o CSA, que vive o seu pior momento na temporada. Na noite dessa segunda-feira (3), o torcedor viu o clube encarar o Volta Redonda, no Raulino de Oliveira (RJ), e voltar sem os três pontos para Maceió após perder por 2 a 1.

Já são oito jogos sem vitórias, a pior sequência da equipe desde a Série B em 2022. Na época, o Azulão - que terminou a competição rebaixado para a terceira divisão - acumulou o mesmo número do jejum, sendo cinco empates e uma derrota.

No atual momento da temporada, o número inverte: são cinco derrotas e três empates.

Alteração da programação - O CSA desembarca nesta terça-feira (4) em Maceió após a derrota. Poucos minutos depois do apito final, o clube chegou a divulgar que, de acordo com a programação, o elenco só iria se reapresentar no CT Gustavo Paiva na quinta-feira (6).

Durou pouco para a folga ser cancelada, já que o anúncio pegou mal entre os torcedores e o clube foi bombardeado de críticas. “Os caras cogitaram folgar na quarta KKKKKKKKKK Melhor ficar de férias até depois do São João, então”, ironizou um. “Isso não existe. O time na situação que está, só não perde quando não joga e ainda ganham dois dias de folga? Isso mostra a realidade do CSA hoje, uma verdadeira palhaçada”, cobrou outro.

O Azulão irá jogar no Rei Pelé as duas próximas partidas e conta com o apoio do torcedor para espantar a má fase e se recuperar na competição. Na próxima segunda (10), às 20h (de Brasília), recebe o São José, primeiro time fora do Z4, e volta a jogar somente no outro domingo (16), quando encara o Botafogo-PB, o atual líder.

"Mesmo machucado, eu nunca deixei de ser protagonista". Foi assim que Neymar Jr. definiu sua carreira ao longo dos últimos 20 anos em entrevista à Bandsports. Lesionado, o atacante do Al-Hilal está no Brasil para a quarta edição do leilão beneficente em prol do Instituto Projeto Neymar Jr., que ocorre na noite desta segunda-feira, dia 3 de junho, na cidade de São Paulo.

Ao lado de inúmeros famosos, o jogador da seleção brasileira desfilou pelo tapete vermelho e falou sobre sua carreira, seu futuro no futebol e até mesmo sobre os candidatos à Bola de Ouro da atual temporada. Apesar de ter só mais um ano de contrato com o Al-Hilal, o brasileiro garante que está focado no time saudita e descarta a possibilidade de retornar ao Santos, clube que o revelou, em 2025.

"Tenho mais um ano de contrato com o Al Hilal. Espero poder fazer uma grande temporada. Fiquei fora essa última. Vamos viver pouco a pouco. Tem muito tempo pela frente. Óbvio que o Santos é o time do meu coração, um dia quero voltar, sim, mas não tem nada planejado na cabeça."

"Meu nome sempre está envolvido em muitas coisas", brincou Neymar ao ser perguntado sobre o seu protagonismo no mundo do futebol. O atacante, alvo de polêmicas recentes ao discutir com a atriz Luana Piovani e o comediante Diogo Defante, lamentou a série de lesões sofridas nos últimos seis anos que, segundo ele, prejudicaram sua carreira e até mesmo lhe tiraram a chance de disputar uma Bola de Ouro.

"Tive um pouco de azar, pois ando me machucando gravemente há seis anos. Essas lesões me prejudicaram", afirmou. "Ficar longe do gramado é muito ruim. Nunca fiquei tanto fora longe, é uma lesão muito grave". Apesar de reconhecer que os machucados minaram as possibilidades de sua carreira, Neymar afirma não se chatear com o ocorrido.

"O futebol não foi injusto comigo, muito pelo contrário. O futebol me deu tudo o que eu tenho hoje. Não tenho nada do que reclamar. A Bola de Ouro é um sonho de todo o jogador, mas não é o máximo de tudo. Só de você ter o respeito das pessoas, já vale a pena."

O brasileiro também lamentou sua ausência na lista de convocados para a Copa América, mas garantiu que confia no time escolhido por Dorival. "É muito ruim ficar fora, obviamente, mas estamos na torcida. Espero que o Brasil possa ganhar. Tem time para isso, jogadores de muita qualidade. Espero que o Dorival faça um grande trabalho com todo mundo. Estarei na torcida."

o tópico do melhor jogador do mundo, Neymar Jr. não escondeu sua predileção sobre seu compatriota e amigo, o atacante do Real Madrid Vinicius Jr. "A Bola de Ouro é dele", enfatizou Neymar. "Fico na torcida, mandei mensagem para ele antes e pós-jogo. É um grande amigo que o futebol me deu e, com certeza, será coroado com a Bola de Ouro."

A seleção brasileira de futebol feminino voltou a golear a Jamaica, nessa terça-feira (4), na Arena Fonte Nova, em Salvador. As meninas jogaram para um público de mais de 31 mil torcedores no último amistoso antes dos Jogos Olímpicos de Paris 2024. Apesar de começar no banco, a alagoana Marca voltou a balançar as redes após um belo gol de falta, mas o principal destaque foi Jheniffer, que fez dois gols.

O placar foi o mesmo do sábado, em Pernambuco, contra a mesma adversária. Esta foi a décima vitória de Arthur Elias no comando da Amarelinha. Ele assumiu a equipe em outubro do ano passado. De lá para cá, foram 15 jogos e apenas três derrotas. O Brasil fez 33 gols e sofreu apenas 11.

A seleção começou a partida sofrendo sustos. Logo aos quatro minutos, Jody Brown mandou para o gol após o desvio de McCoy. No entanto, o gol foi anulado pela arbitragem. A reação da Canarinha veio rápido. Aos seis, Portilha avançou pela esquerda e jogou para Debinha, que chegou batendo para o fundo das redes.

A partir de então, a Jamaica foi completamente dominada. Mas o placar só foi ser alterado na segunda etapa. Aos 18, Scheider espalmou a cabeçada de Gabi Nunes e a bola sobrou redondinha para Jheniffer. Já aos 33, Cristiane rolou para Jheniffer, que mandou com categoria de fora da área para marcar o terceiro da seleção.

Ainda deu tempo para o quarto e último gol. Aos 38, Marta mandou uma cobrança de falta espetacular direto para o gol. 

A Diretoria de Teatros do Estado de Alagoas (Diteal) comemora, no dia 5 de junho, o Dia Mundial do Meio Ambiente com debates e conversas envolvendo cultura e sustentabilidade. Acontecendo tanto no Foyer como no Teatro de Arena Sérgio Cardoso, todas as atividades são completamente gratuitas e de acesso livre do público, bastando apenas comparecer para participar.

Na mesa Moda e Sustentabilidade: Reutilizar e Repensar, a convidada Pérolla Brasil debate com os ouvintes sobre as diferentes formas de expressão através da moda e como ela conversa com a sustentabilidade. Na mesa Alimentação e Ativismo, haverá debate sobre as atuais políticas de implementação sustentável de acesso a alimentação e nutrição de qualidade para a população. Na mostra de curtas, o Mundaú Cineclube traz produções brasileiras que inserem a temática da sustentabilidade no debate apresentado pelo setor audiovisual. 

Durante todo o dia, das 9 às 17h, acontecerá também uma feirinha com produtos que promovem a sustentabilidade e a valorização da cultura e mercado local alagoanos, incluindo brechós, artesanato e alimentação natural. Toda a programação pode ser conferida através do Instagram @teatrodeodoro. 

Programação 

9h30 - Moda e Sustentabilidade: Reutilizar e Repensar

Com Pérolla Brasil

14h - Alimentação e Ativismo: Comida também é política.

Lucas Barbosa

Voluntário da Sociedade Vegetariana Brasileira e cozinheiro vegano

Marcos Cesar Lopes 

Cicloativista e cicloviajante vegano, aspirante a Agricultor com experiência das práticas da Permacultura urbana e rural, bioconstrução, agroflorestas e energias renováveis hortas urbanas, voluntário da Sociedade Vegetariana Brasileira e pai da Olga

Amanda Amancio Carbajal

Nutricionista

Viviane Ferreira

Graduada pela UFAL, atuante na área clínica e de saúde preventiva e natural há 18 anos é Nutricionista do Projeto Vida e Saúde + Ativa pela secretaria de saúde de Marechal Deodoro. Defensora e incentivadora do Vegetarianismo. Membro da Sociedade Vegetariana Brasileira

15h45 - Mundaú Cineclube: Exibição e debate de curtas sobre sustentabilidade

Com Yuri Melo

Estudante de jornalismo pela Universidade Federal de Alagoas e membro do Mundaú Cineclube

Curtas exibidos: Por Trás dos Prédios, por João Mendonça; Guaxuma, por Nara Normande; Recife Frio, por Kleber Mendonça Filho.

9 às 17h - FEIRINHA SUSTENTÁVEL

COOPERARTBAN

Brechó ZAMBI

Brechó PEABRASIL

Brechó MissSimpatia

Simbiá Fermentados

O Museu da Imagem e do Som de Alagoas (Misa), equipamento cultural da Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa (Secult), recebe nesta quarta-feira (5), a partir das 19h, exposição “A Caatinga do Sertão Alagoano”, da fotógrafa Karol Lessa.

A mostra, que celebra a riqueza e fragilidade do bioma alagoano, é um convite para uma jornada visual registrada pelas lentes da talentosa fotógrafa.

Mais do que simples imagens, a exposição convida à reflexão sobre nossa relação com a natureza e a urgência da conservação ambiental. Além disso, os visitantes poderão explorar a beleza incomparável da Caatinga, com destaque para locais icônicos como os Cânions de São Francisco e as enigmáticas artes rupestres da região.

"Karol, mesmo diante de todas as adversidades, tem demonstrado seu notável talento e profundo amor pela cultura alagoana, especialmente para a fotografia. Isso ressalta a importância de valorizarmos a diversidade de fazedores de cultura e nossas referências culturais, como seu pai, o eterno Lessa, que a incentivou desde a infância a seguir seus sonhos”, disse a secretária de Cultura e Economia Criativa, Mellina Freitas.

A exposição estará aberta ao público até 30 de junho, no salão principal do Misa, localizado na Rua Sá e Albuquerque, Jaraguá, em Maceió. O horário de funcionamento é de segunda a sexta, das 8h às 16h.

A campanha “Alimente a Leitura”, idealizada pela Imprensa Oficial Graciliano Ramos, continua impactando positivamente a população de Alagoas. Desde que foi iniciada, a ação arrecadou cerca de 262 kg de alimentos e tem ganhado destaque  ao unir o incentivo à leitura e ações de solidariedade.

A iniciativa propõe que ao doar 1kg de alimento não perecível e a contribuição de R$5,00 o leitor possa adquirir um livro da lista exclusiva feita para a campanha disponível no site oficial ou na sede do Órgão. Os alimentos arrecadados são direcionados para o Programa Alagoas Sem Fome, do Governo do Estado, serão doados para as instituições cadastradas no Nota Fiscal Cidadã, programa da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz).

De acordo com Maurício Bugarim, diretor-presidente da Imprensa Oficial, o desempenho da campanha tem sido um grande orgulho. “Acreditamos que a leitura é uma ferramenta poderosa de transformação, e unir essa causa à solidariedade tem gerado um impacto muito positivo na nossa comunidade”, declarou. “Continuamos contando com o apoio de todos para continuar com essa corrente do bem e fortalecer ainda mais o programa Alagoas Sem Fome”

Para participar, o leitor interessado deve residir ou estar em Maceió, fazer a doação de 1kg de alimento não perecível a cada livro desejado e contribuir com R$5,00. Desta forma, a escolha poderá ser feita através do site oficial (https://www.imprensaoficial.al.gov.br/antigo/loja/produtos/alimente-a-leitura) ou na sede da Imprensa Oficial Graciliano Ramos, de acordo com a lista disponibilizada. Ao comprar pela loja virtual, os alimentos poderão ser doados no momento do recebimento dos livros em sua residência.

Em uma seleção exclusiva, a lista abrange uma ampla variedade de temas, que vão desde romance e contos até fotografia e culinária. Entre os títulos selecionados temos obras de autores como Lêdo Ivo, Jorge de Lima, Dirceu Lindoso e José de Alencar.

*Sob supervisão 

O Governo de Alagoas, através da Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa (Secult), lança o projeto Cultura Popular Viva, com o intuito de fomentar a criação de novos grupos culturais e promover a cultura local em diversos municípios do estado. A iniciativa, que tem parceria das secretarias municipais de cultura, visa enriquecer o cenário cultural alagoano, proporcionando atividades enraizadas nas tradições populares.

"O projeto Cultura Popular Viva representa um compromisso do Governo de Alagoas em fortalecer e celebrar as tradições culturais presentes em nossos municípios. A iniciativa marca um importante passo na promoção e preservação da diversidade cultural alagoana, enaltecendo a cultura local e proporcionando oportunidades para o florescimento de novos talentos”, disse a Secretária de Estado da Cultura e Economia Criativa, Mellina Freitas.

As primeiras cidades contempladas por essa iniciativa são Batalha, Coruripe, Ouro Branco e Jacaré dos Homens. Nessas localidades, serão oferecidas oficinas culturais gratuitas, proporcionando um espaço para o desenvolvimento e aprimoramento de habilidades artísticas e culturais.

Em Batalha, as atividades incluem oficinas de capoeira com o professor Ivan Gonçalves e de Redendê com a artesã Ângela da Silva Oliveira, iniciando em 5 e 3 de junho, respectivamente. Já em Coruripe, a mestra e Patrimônio Vivo Ivonete dos Anjos conduzirá a oficina de filé, a mestra e Patrimônio Vivo Ana Paula estará à frente da oficina de folguedo Taieira, e o Mestre Damião ministrará a Oficina de Capoeira, a partir do dia 6 de junho.

Na cidade de Ouro Branco, as atividades incluem oficinas de filé com a professora Rozirene Santos Lisboa, Coco de Roda com Arissérgio de Melo e Capoeira com o professor Jessé, todas iniciando em 6 de junho. Por fim, em Jacaré dos Homens, haverá oficinas de Redendê com a professora Ângela Cajé, Pastoril com Paulo Dione dos Santos e Capoeira com o professor Ivan Gonçalves, iniciando em 3 de junho.

As inscrições para participação nas oficinas são gratuitas e podem ser realizadas nas respectivas secretarias de cultura de cada município.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 45/2023 que criminaliza a posse ou o porte de qualquer quantidade de droga será analisada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados na próxima terça-feira (4). A proposta foi aprovada no Senado no dia 16 de abril como uma reação do Congresso ao julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que prevê a descriminalização do porte de maconha.

A PEC acrescenta um inciso ao art. 5º da Constituição para considerar crime a posse e o porte de qualquer quantidade de drogas sem autorização ou em desacordo com a lei. Segundo a proposta que vem do Senado, deve ser observada a distinção entre o traficante e o usuário pelas circunstâncias fáticas do caso concreto, aplicando aos usuários penas alternativas à prisão, além de tratamento contra a dependência.

Na CCJ da Câmara, o relator é o deputado federal Ricardo Salles (PL-SP). A expectativa é que o parlamentar apresente seu parecer sobre o tema na terça. Em seguida, é possível que qualquer deputado peça vista, o que deve adiar a votação do tema por, no mínimo, duas sessões do plenário da Câmara. Se aprovada na CCJ, a PEC segue para análise do plenário.

O relator no Senado, Efraim Filho (União-PB), defendeu que a descriminalização da maconha poderia agravar os problemas do país. “A simples descriminalização das drogas, sem uma estrutura de políticas públicas já implementada e preparada para acolher o usuário e mitigar a dependência, fatalmente agravaria nossos já insustentáveis problemas de saúde pública, de segurança e de proteção à infância e juventude”, disse.

A proposta sofre resistência de parte dos parlamentares, de especialistas e movimentos sociais. Para a organização Human Rights Watch (HRW), a medida é um retrocesso na política de drogas do país.

“Em vez de cimentar uma política fracassada na Constituição, os parlamentares deveriam seguir o exemplo de muitos outros países, descriminalizando a posse de drogas para uso pessoal e desenvolvendo estratégias de saúde eficazes para prevenir e responder ao uso problemático de entorpecentes”, disse a pesquisadora da HRW, Andrea Carvalho.

Entenda

A chamada PEC das drogas foi uma reação do Congresso Nacional ao julgamento que ocorre no STF desde 2015.

O Supremo analisa a constitucionalidade do Artigo 28 da Lei das Drogas (Lei 11.343/2006), que cria a figura do usuário, diferenciado do traficante, que é alvo de penas mais brandas. Para diferenciar usuários e traficantes, a norma prevê penas alternativas de prestação de serviços à comunidade, advertência sobre os efeitos das drogas e comparecimento obrigatório a curso educativo para quem adquirir, transportar ou portar drogas para consumo pessoal.

A lei deixou de prever a pena de prisão, mas manteve a criminalização. Dessa forma, usuários de drogas ainda são alvos de inquérito policial e processos judiciais que buscam o cumprimento das penas alternativas.

No caso concreto que motivou o julgamento, a defesa de um condenado pede que o porte de maconha para uso próprio deixe de ser considerado crime. O acusado foi detido com três gramas de maconha.

A ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, foi eleita nessa quarta-feira (29), em assembleia geral, presidente do Conselho Executivo do Fundo para o Desenvolvimento dos Povos Indígenas da América Latina e Caribe (Filac).

É primeira vez que um representante brasileiro vai presidir o fundo, formado pelos países da América Latina e também por Portugal, pela Espanha e Bélgica. A entidade promove o apoio e o desenvolvimento de 826 povos indígenas latino-americanos, uma população estimada em 58,2 milhões de pessoas.

Em nota, o Ministério das Relações Exteriores disse que Sonia Guajajara “trabalhará em estreita colaboração com governos e representações para impulsionar o desenvolvimento dos povos indígenas em prol de um país e de uma região que sejam mais justos, sustentáveis, equitativos e solidários”.

Oriunda do povo Guajajara/Tenetehára e ativista reconhecida pela luta dos direitos dos povos indígenas, Sonia é a primeira mulher indígena nomeada ministra de Estado.

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