
O réu Albino Santos de Lima, apontado como “serial killer de Alagoas”, voltou a ser julgado nesta quinta-feira (5) no Tribunal do Júri da Capital, em Maceió. Preso desde setembro de 2024, ele já acumula mais de 151 anos de prisão após condenações em seis julgamentos relacionados a diferentes crimes ocorridos na capital alagoana.
Neste sétimo júri, Albino responde pelo assassinato de Genilda Maria da Conceição, de 71 anos, crime registrado em 6 de fevereiro de 2019, no Beco de Zé Miguel, em Maceió. Segundo a denúncia, a idosa caminhava levando o neto de 11 anos para a escola quando foi surpreendida pelo acusado, que se aproximou por trás e efetuou disparos de arma de fogo. A vítima morreu no local, diante da criança.
O julgamento ocorre sob condução do juiz Yulli Rotter, titular da 7ª Vara Criminal da capital, e reúne jurados responsáveis por analisar provas e depoimentos apresentados durante o processo. Caso seja considerado culpado novamente, caberá ao magistrado definir a pena correspondente ao crime julgado
As condenações anteriores contra Albino estão ligadas a homicídios e tentativas de homicídio registrados em diversos bairros de Maceió. Somadas, as penas já ultrapassam 151 anos de reclusão, resultado de julgamentos realizados entre 2025 e 2026, envolvendo vítimas diferentes e crimes ocorridos ao longo dos últimos anos na capital alagoana.
