
A médica Nádia, que responde em liberdade ao processo criminal pela morte do ex-marido, segue proibida de manter qualquer aproximação com a própria filha, por determinação da Justiça de Alagoas. A medida permanece válida mesmo após a substituição da prisão preventiva por cautelares.
De acordo com a defesa, a restrição tem origem em uma ação de guarda ajuizada pelo ex-companheiro, antes de sua morte, ocorrida em novembro deste ano. Embora os advogados aleguem que o processo teria perdido o objeto com o falecimento do autor da ação, a decisão judicial continua produzindo efeitos práticos.
Atualmente, a guarda provisória da criança permanece com as avós maternas, situação que foi mantida mesmo após a concessão da liberdade à médica. A proibição de aproximação funciona de maneira semelhante a uma medida protetiva e só pode ser revista mediante nova decisão judicial.
A defesa afirma ainda que existem denúncias de supostos abusos cometidos pelo ex-marido contra a criança. No entanto, o caso tramita em sigilo e não há confirmação judicial sobre as acusações até o momento.
Enquanto o processo criminal segue em andamento, a médica permanece submetida às medidas impostas pela Justiça, incluindo a restrição de contato com a filha, até que haja reavaliação do caso pelo Judiciário.
